segunda-feira, novembro 03, 2008

Um fim-de-semana... à moda de Salamanca.

Chego eu à Guarda, e a coisa começa a dar para o torto, porque aquela cena do GPS, tem muito que se lhe diga. Mandaram-me ir ter a uma rua, e eu chego à rua, e sinceramente já estava a pensar que apesar de já o ter visto à minha frente tantas vezes, se calhar na Guarda nem o conhecia muito bem!


Após andar para lá com o GPS para trás e para a frente, lá pedi indicações, e fui lá ter. Tadito... estava ali ao frio... :D Geladinho!

Chegamos a Salamanca, e lá demos voltas e voltas para estacionar o carro. Fomos para o hotel, (não sem antes perguntar onde ficava) e deram-nos a chave do quarto e o comando da tv. Chegados ao quarto, ligamos a tv, estava a dar uma coisa qualquer, e o comando não funcionava. Comando esse, que se o roubassemos, tinhamos de pagar 30€!!!
De salientar que a sanita estava tão perto da parede, que mais 3cm, e ficavamos com parte do nalguedo de fora!

Acordadinhos num hotel onde a palavra "privacidade" não vem no dicionário, lá fomos para os pinchos. E aí é que foi saber o que é a felicidade!

Visitar a rã, as torres, e a Casa de Lis... Outra vez! :|

Chá de fim de tarde numa esplanada da Praça Mayor, bem ao frio...

Destino obrigatório para jantar: A Bella Blu.
Informada pelo António que aquilo mudou de sítio, e após nos mostrar no mapa onde era agora (digamos que nenhum dos dois entende NADA de mapas), acho que ambos ficamos a pensar que era fácil, vá!
Andamos quase uma hora a pé, à procura daquilo, e já estava eu prestes a desistir, quando finalmente encontramos a rua. Já não se chama Bella Blu, mas a lasanha, mantém-se a mesma!
O jantar foi durante risos, e entradas que vieram no fim!
Barriguinha cheia e... Rumo ao Harley.

Logo à entrada, tivemos o vislumbrar de uma personagem completamente degradante! lol
Desta vez não tivemos bailarinos, mas tinhamos bailarinas. Digamos que olhavamos para elas, e sabiamos qual a história de vida que as raparigas iam ter... o baquedo!

Dia seguinte, e mais uma vez saídinhos do hotel sem privacidade, fomos para os pinchos. Andar para lá a pastar e a pastar e a pastar... Metemo-nos ao caminho.

Conversa na auto-estrada:

M: Estou tão cansado... Apeteciam-me fechar os olhos, mas vais aí sozinha e não quero.
E: Fecha. Não te preocupes. Eu não adormeço.

1 hora e tal depois...

E: *abana-lhe a perninha* Acorda...
M: Sim?
E: Tu não achas estranho ainda não termos chegado à fronteira?
M: Onde é que estamos?
E: Não sei... Não conheço estas terras... Não conheço estas placas...

Paradinho numa rotunda muito escura, a tentar pôr o GPS a funcionar, pára a polícia atrás do meu carro. Lá perguntei ao homem como voltava para casa. Disse-me naquele espanhol ranhoso que tinha de voltar tudo para trás, em direcção a Valladolid (ao tempo que já tinha passado essa placa). Na rotunda saí na placa errada... :D ... lá pusemos o GPS a funcionar, e o carro da polícia voltou a parar, mas desta vez ao lado do meu... Olharam para nós, uma com cara de pena, e o outro a grisar-se, e o que tinha cara de pena, voltou a salientar com linguagem gestual, que tinha de voltar para trás! Andei 180 e tal km para trás, até voltar a passar por Salamanca e aí fazer mais 100 e tal para Portugal. Degradante. Mas pronto, se não me perdesse em grande, não era viagem a Salamanca.

Digámos que apesar do co-piloto estar encantado com o GPS, e não o largar até chegarmos à fronteira, nem mesmo quando eu dizia que já sabia o caminho, eu só senti algum encantamento, quando de facto aquilo nos levou ao McDonald's da Guarda. A fome era demasiada...

Cheguei a casa à uma e tal da manhã... Já me sentia como se tivesse passado um dia inteiro a conduzir.

quinta-feira, outubro 30, 2008

6ª...

Estou cheia de encomendas para trazer de Salamanca! Leite, herizos, espargos... E a Có achava que devia trazer uns morunos para almoçar na 2ª feira. Mandei-a à merda, claro!

Já tenho o GPS, já que não sei ir para a Guarda. Apenas conheço aquela plaquinha da auto-estrada. Se bem que não sei se vou ligar aquilo... Ir ali com aquela merda, parece-me muito estranho.
Eu que sou uma gaja que me perco, porque é uma característica standart e pronto, aquilo parece um pouco contra-natura! E tenho de desligar a música e tal, porque aquilo fala.
Já liguei aquilo e sinceramente ver ali uma setinha, chateia-me. Parece um mapinha... E eu não gosto de mapinhas! Ainda para mais o Tes acha que eu tenho de prender aquilo no vidro do meu carro, e aquilo assim torna-me numa daquelas pessoas que "ah e tal, comprei um GPS...e tenho-o ligado para ir de casa ao trabalho!". Não sei... vou ver o que resolvo.

Vai estar tanto frio... Mas a Sephora aquece-me sempre o coração! :D

O meu saco... Bem, gaja que se preze, leva o que precisa e o que acha que pode vir a precisar.

segunda-feira, outubro 20, 2008

Keane - The lovers are losing



Albúm a comprar...

What's up

I dreamed I was drowning
In the river Thames
I dreamed I had nothing at all
Nothing but my own skin

(I dreamed I was drifting
On the howling wind
I dreamed I had nothing at all
Nothing but my own skin)

Slipped away from your open hands
Into river
Saw your face looking back at me
I saw my past, and I saw my future

You take the pieces of the dreams that you have
Cos you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But any way you look at this
Looks like
The lovers are losing


I dreamed I was watching
The young lovers dance
I reached out to touch your hair
But I was watching from a distance

We cling to love like a skidding car
Clings to a corner
I tried to hold onto what we are
The more I squeeze, the quicker we're over

You take the pieces of the dreams that you have
Cos you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But any way you look at this
Looks like
The lovers are losing


I dreamed I had nothing at all; Nothing but my own skin
(I dreamed I had nothing at all; Nothing but my own skin
I dreamed I had nothing at all; Nothing but my own skin)
I dreamed I had nothing at all; Nothing at all


(You take the pieces of the dreams that you have
Cos you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But any way you look at this
Looks like
The lovers are losing)

You take the pieces of the dreams that you have
Cos you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But in the final reckoning
Looks like
The lovers are losing

sexta-feira, outubro 17, 2008

domingo, outubro 12, 2008

I

Paulo Pires

E se basicamente, um Paulo Pires incomoda muita gente... Dois Paulo Pires incomodam muito mais! Só que esta vez, jubilei!
Ver o Paulo Pires de peruca à Marco Paulo (um grande sinhor da música), antes de ele ter tido aquele cancaro e ter escrito aquele hino à Nssa Senhora... E ainda por cima a falar brasileiro... Não! Brasileiro não! Aquilo era mais "brasileiro", fez-me pensar, que para o ano no Carnaval, vou-lhe prestar tributo!
Foi uma ideia brilhante!!!

"Á gentchi si âma... Fógi cumigo... Eu tchi âmo Carrrrlá"

A Carrrrla, é uma gaja que trabalha em casa de uns patrões ricos, e o patife do Paulo Pires brasileiro, quer passar-lhe a perna. Tipo, montam um esquema, roubam o guito, e ele depois abandona-a... Isto sim! É serrrrr óriginau!
Só para o Paulo Pires é que conseguiam criar uma personagem assim... Só ele está à altura. E se há actores, que coitados, têm de fazer pesquisa, o Paulo Pires brasileiro, é tão mau, que lhe cai como uma luvinha. Oh! Ali... Oh! Esticadinha.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Surreal!!!

Parei de trabalhar só para fazer este post, e é por causa disto que adoro a minha profissão!
Mulher: Quem quer falar com ele?
Eu: Patrícia Gonçalves...
M: Do CitiBANCO?
E: Barclaycard. Ele está?
M: Esse filho da puta fugiu com uma brasileira. Dessas que trabalham nos bordeis, e as pessoas agora carinhosamente chamam de alternes...
E: Mas...
M: Sabe menina, deviam era de fechar as fronteiras. Não é que ele me faça falta que ele não era grande coisa, é que elas vêm roubar o nosso estado, menina. Por mim, ele que vá para o raio que o parta...
E: Mas...
M: Deixou-me aqui sozinha com o catraio, porque deve achar que com ela o sexo era melhor, e eu menina, nunca lhe faltei com nada porque sou moderna...
E: *assustada* Mas tem o número dele, para falar com o filho?
M: Filho?
E: Sim.
M: Qual filho?
E: O catraio...!
M: Naaaaaaaaaaaaa! Oh menina, esse não é filho dele. É filho do meu marido... Morreu sabe.
E: Pois... lamento.
M: A menina tem homem?
E: Ehhhhhh... Não. *ri-me*
M: Não queira. Não servem para nada. Antes ainda nos pagavam as contas, agora é isto. Mas aquele filho da puta, vai apanhar uma doença. Não é que eu lhe deseje mal...
E: Pois... Já vi que não!
M: Eu falo nele, e até fico com os olhos raiados de sangue. A menina acredita? Isso vai para tribunal?
E: Vai...
M: É bem feito. Mas eu juro que não lhe desejo mal.
E: Pronto. Obrigada então obrigada...
M: A menina parece ser boa rapariga. Que Deus a ajude a encontrar um homem...
E: Obrigada. Boa tarde.

terça-feira, outubro 07, 2008

segunda-feira, outubro 06, 2008

O tamanho não importa!


É verdade! Tinha de deixar aqui esta conversa, que tive a semana passada no McDonalds! Adoro conversas de gajas!!!

Sobre sexo (claro!):

Degustava eu um mcchicken...

AB: Eles que não venham com a treta que o tamanho importa. O que importa é a largura.
T: Concordo... *boca cheia*

Até que chegamos aquela parte, de quanto os gajos têm de parar aquele bocadinho, para a coisa não se ficar por ali, e...

AB: Ai Patrícia, tu não sabes o que uma vez me aconteceu!
T: *não come e quase não respira* *presta atenção* O quê?
AB:Estava a comer um gajo... e durante uma hora, o gajo ali sempre a dar...
T: Sem parar? :O ... :/ Foda-se! Sério?!
AB: Sim. E eu já mortinha que aquela merda acabasse, só pensava "este filho da puta tomou viagra, só pode."


Nada como ser gaja, e falar de gajos!

É que eu não sei se os gajos têm as mesmas histórias que nós. Pelo menos tão sumarentas de tão degradantes que são, que não servem para mais nada, a não ser, rir.

Por momentos esqueci-me da password desta merda! :D Deve ser de cá vir muitas vezes agora!

Até me têm acontecido umas coisas e tal, mas falta-me a paciência para a escrita.

Ontem, vi o Cidade de Deus... Fiquei surpreendida!
Muito positivamente surpreendida!!
De lamentar certas pessoas que já viram o filme, e depois eu quero saber qualquer coisa, e dizem (um bocado em desespero, pronto!) "Só fazes perguntas... vê! Não me lembro!"

"Mas vai viola-la?"
"Não sei!"
"E sabes!!!!"


É lamentável mesmo.